Arquivos para a Categoria ‘Pós-Graduação’

Primeiras Impressões

17 Dezembro, 2008

saopaulo1

A falta de postagens se deve a minha recente viagem para São Paulo, com vistas à inscrição no mestrado da FGV. A sensação é como se eu já fosse um paulistano.

OS MESTRADOS

Prestei e fui aceito por três programas de mestrado. Administração (ESAG), Administração Pública e Governo (FGV) e Sociologia Política (UFSC). O primeiro recebeu conceito 3 da CAPES, enquanto os dois últimos foram contemplados conceito 5. Ontem fiz minha inscrição.

A FGV

A famigerada Fundação Getúlio Vargas apresentou-se elegante e valiosa. A recepção foi organizada e familiar. Colocou-nos, os calouros, em contato com os figurões, diretores, coordenadores e, especialmente, professores da linha de pesquisa. No mestrado de Administração Pública e Governo da EAESP existem três linhas. A minha se chama Transformação do Estado e Políticas Públicas. Em suma, estuda as reformas gerenciais sob a perspectiva da democratização. Isto é, como o âmbito político (e democrático) dos governos não se resume apenas às escolhas na fase de formulação das políticas públicas, mas permanece em todos os seus processos gerenciais.

Dispensam comentários a história e a estrutura da FGV. Então, vou comentar o que mais me chamou atenção: o estímulo à pesquisa. Digamos que os alunos da pós-graduação são tratados de uma maneira VIP, com um andar da Biblioteca só para eles, salas de estudos, de computação e de leituras exclusivas. Incentivos não faltam para integração das linhas de pesquisas, publicações, intercâmbio internacional, obtenção de bolsas. Os ingredientes estão postos. Mãos à massa!

SÃO PAULO

Caótica, desigual, informativa, movimentada, cansativa, poluída, central. Foram as primeiras impressões. Ontem caminhei até a famosa Av. Faria Lima. O trânsito aqui é violento demais! Hoje me aconteceu de pegar um ônibus errado, que encerrou o trajeto num bairro de japoneses. E assim vou conhecendo, pouco a pouco, todas as partes dessa megalópole.

A ética “oculta” de Lucimara

11 Dezembro, 2008

Enquanto eu fazia entrevsita de mestrado para UFSC, uma aluna revoltada contra o movimento contra cotas, tentava difamar minha imagem. Cheguei em casa, abri a comunidade UFSC e vi mensagens estranhas. Sem entender perguntei:

Leandro Damasio
Alguém falou sobre meu pré-projeto de mestrado E APAGOU o post ou é delírio meu?
Giácomo
Leandro
foi uma tal de Lucy. Deve ter ficado com vergonha de ser uma canalha.
Daniel
Foi isso, Leandro.
Falaram aqui que foste até o núcleo NIPP pedir orientações sobre teu pré-projeto de mestrado. Estavam te acusando aqui. Dizendo que isso não é certo, não é justo com os outros concorrentes.
Uma aluna das sociais que trabalha no Núcleo veio aqui te acusar.
Se chama “Luci”.
Se você entra na página do NIPP você descobre quem é.

***

Que absurdo! Injusto com os outros concorrentes (como achei de certo modo injusto comigo) é um aluno alheio ao curso não ter informações claras sobre as linhas de pesquisa do programa.

Encontrei o Prof. Ricardo Silva, pois o reconheci de uma palestra, no café natural do CFH. Perguntei-lhe sobre meu projeto, se tinha sintonia com o mestrado da UFSC, e ele me recomendou conversar com o Prof. Seibel, já que este estudava Políticas Públicas.

Opa! É o meu tema. Só que minha perspectiva é mais prática, mais gerencial, e talvez menos sociológica. Queria ver se o programa da UFSC tinha a ver com a minha pesquisa.

Chegando lá, encontrei alguns alunos bem legais. Talvez a tal da Luci fosse uma delas. Trocamos bibliografias. Mas depois o Prof. Seibel se recusou a olhar o projeto. Considerou uma tal atitude anti-ética. É? Estranhei um pouco, mas tentei compreender.

A coincidência maior foi que acabei de voltar da entrevista do mestrado. E a banca perguntou: “você já tem sugestão de orientador?” Respondi que não. Eles, imediatamente, indagaram: “ora, você estuda aqui e não procurou nenhum professor ainda? Não que seja uma exigência, mas…” Foi quando pensei que realmente não havia nada de errado em procurar o professor para conversar sobre o pré-projeto.

O NIPP é mais do que a ira de Lucimara. Ela caluniou, viu a reação de indignação da comunidade e apagou seu post, sem antes mudar a foto e trocar seu nome.