Arquivos para a Categoria ‘Tecnologia’

Campus Party Brasil

10 Janeiro, 2009

Uma galera super ligada ao futuro vai se reunir por uma semana em São Paulo no Campus Party Brasil, versão brasileira do maior evento de inovação tecnológica do mundo.

A comunidade high-tech já passa dos 4300 inscritos. Como o nome já incita, os participantes acamparão: levarão mochila, barraca e, claro, notebook.

campuspartybrasil

Twitter

23 Outubro, 2008

O que?!! Você não conhece o Twitter???!

Então pare de ler este post e clique imediatamente aqui:

amigo secreto virtual

20 Outubro, 2008

Este blog também está participando do amigo secreto da blogosfera. A idéia vem daqui, e todos podem participar até dia 10 de novembro. O objetivo é que cada um escreva um artigo sobre o blog da pessoa sorteada. Que simpáticas amizades virtuais!

Um pouquinho do gPhone

11 Outubro, 2008

Segue uma amostra do T-Mobile HTC G1 Hardware Google Phone:

É curioso e legal saber do inevitável: cidades cobertas por rede sem fio e cidadãos conversando por Gtalk. Um discreto sorriso desmanchou pela face de Graham Bell, aposto.

Você terá um Smartphone

27 Setembro, 2008

A onda tecnológica são os smartphones. Especialmente quando o famigerado iPhone acaba de ser lançado nas terras tupiniquins. Nada que se livre do inovismo; nada que não vire brinquedo empoeirado num piscar de décadas; nada que a gente possa se livrar: logo carregaremos smartphones nos bolsos e nas bolsas.

Lá vai minha tentativa de definição. Smartphone é… Os tecnólogos que me perdoem as gafes, pois aos seus pés eu nem me aproximo. Smartphone é algo como um aparelho de telefone celular, mas é também um player de mp3 e, finalmente o que lhe diferencia, possui um sistema operacional com capacidade de conectar à internet.

Vá lá, vocês já devem ter visto por aí, nem que seja virtualmente, o aparelhinho que essa mão segura.

Eis o iPhone. Um dia você terá algo parecido. Acredite. Talvez não seja o próprio iPhone. Se você não gosta da Aple, compre um BlackBerry, um GPhone; opções não faltarão: coisas do capitalismo.

Acontece que smartphone é algo realmente poderoso. Assim como ninguém fala de fita cassete e do BIP (lembram?), ninguém falará de palmtop ou de aparelho celular. Imaginem que os computadores um dia foram gigantes. Foram diminuindo a tal ponto que hoje, em qualquer Shopping Center, qualquer consumidor pode comprar, por baixo preço, um notebook de 8 polegadas. Por outro lado, os aparelhos celulares se tornaram players e câmeras fotográficas. O inevitável aconteceu e as duas coisas se juntaram.

Se fosse pra eu escolher um smartphone, assim do dia pra noite, seria um GPhone. Explicarei. E vocês?

Um blogueiro perdido no gameway of life

15 Setembro, 2008

Hoje havia a gameway – pretensa maior feira de games do Brasil. Não é que, ao chegar em casa, cansado da prova, o Danilo me convida para irmos com o Iuri? Daria um post…

Lá chegando, começamos pelo Museu dos games. Fila pra tudo! Até pro museu. A galera da tecnologia não gosta só de futurismo. Pera aí! Museu? Desde quando o N64 é peça de museu? Eu ainda jogo Mário Kart 64. Acho que, pela primeira vez, me senti, de verdade, um velho. E isso dá um certo orgulho. Mas, pô, museu com as coisas do meu tempo é exagero. Ou será que em tempos de rápidas mudanças, impostas pela produção cada vez menos tardias de tecnologias, 10, 20 anos é realmente motivo para os produtos se tornarem peças de museus? Não duvido existir alguma teoria acadêmica sobre a “nova museologia” tratando disso.

A essa altura do campeonato eu já estava com o bloquinho na mão, pagando de jornalista. Mas, como eu não era um, peguei a fila do Wii. Não era pequena. Pelo menos estava passando a final Pró-Evolution Soccer nos telões. E que jogão! O time de branco, depois eu descobri que era o London F.C., estava dominando o jogo. Excelente marcação e muita objetividade nos ataques. A fila andou. 1×0 para o London. Andou mais um pouco. O jogo estava muito trancado, os dois times marcando muito forte, sem faltas, coisa de profissional. O narrador era irritante. Depois descobri que ele era o menos pior. Quando meu palpite no Longon ganhava confiança, o Barcelona vira o jogo e surpreende com grande domínio de bola. Com muita tranqüilidade, o cara ficou administrando o jogo até o apito final. Quando este chegou a tranqüilidade deu lugar à euforia. E à arrogância. Ele saiu pulando e gritando “EU SOU FODA”. Hilário ele sendo entrevistado por uma dezena de jornalistas. Pintou uma vontade de ser um deles. Passou logo.

Gente de tudo quanto é cor e classe e gênero. Incluindo-se, claro, os GLS et all. Gamers sem preconceito. A entrada era econômica, 15 mangos. Até uns fantasiados de personagens (de jogos) se faziam presentes. Será que eles andam cotidianamente com aquelas, hã, roupas?

Viajando, quase perdi a vaga quando chegou minha vez. O jogo era de Tênis, no Wii. Pra quem não sabe, Wii é um vídeo game cujo controle sente o movimento das suas mãos. No caso do Tênis, ele se tornou uma raquete. Que eu perderia para aqueles garotinhos com quase metade da minha idade não era novidade. A surpresa foi quando uma jornalista da RBS se meteu no meio do jogo pra me fazer perguntas. Queria me induzir a dizer que me sentia o “novo Guga”. Só me fez perder um precioso ponto, com o qual eu ganharia facilmente do garotinho (¬¬).

A sensação da Feira era, realmente, esse Wii. Como seria jogar boxe? Fomos para a fila. Enquanto isso as candidatas à “Gata Gamer” se apresentavam no palco. O disputadíssimo concurso era do tipo se você for vice, então ficou em último lugar. Ou se você ficou em penúltimo, ganhou. A emo de 16 anos contra a metaleira de 13. Além de desfilar, deveriam responder perguntas sobre um jogo de sua escolha. Adivinha o jogo escolhido pela emo? Não, não era The Sims hehehe Ela escolheu o Mário, e sabia que ele tinha uma pena. Menos mal: ela, de certo, jogava o Super Mário 64, que é mais feminino. Já a metaleirinha escolheu o Guitar Hero. A pergunta era “quem é o guitarrista do Rage Against the Machine?”. “Ai, é um parecido com o entregador de pizza do GTA…”

Eu já estava cansado, mas o Doc insistiu entrar na fila do Guitar Hero. Que jogo mais chato! Fiquei lá resmungando críticas ao jogo, enquanto aqueles repórteres bizarros ficavam narrando os jogos, tentando agitar a adrenalina dos geeks. Uma entrevista pior do que a outra. Só ouvi ele gritando: alguém aqui no “Guitar Hero sabe tocar guitarra de verdade?”. Não sei se era impressão minha, ouvi a voz do Iuri falar no meu inconsciente “ELE É FERA!!”. Puts. O cara veio me entrevistar: “Então você manda bem no jogo e é mesmo fera guitarra?”. – “Não”. “Se você não é guitarrista, então é o quê, pastor?”. Todo mundo que usa terno é pastor? Que cara mais idiota. Deve ter me achado antiquado ou coisa assim. Devia se achar moderninho com seu style emo-estagiário-de-jornalista. Era gordo, ainda por cima. E fazia imitações sem graça.

Espertas eram as criancinhas que deixavam suas mães nas gigantes filas. As duas candidatas, digo, as duas finalistas subiram novamente ao palco. A metaleira ganhou o título de Gata Gamer!!! Será que ela vai contar aos seus pais?

Não longo do esperado, o Guitar Hero era muito chato. Mas o Doc saiu feliz. O Iuri também: 2×0 para o São Paulo sobre o Flamengo. Esperava mais do Game Way e menos dessa tarde de domingo ao lado de grande amigos. Bom consolo pra quem não fez uma mísera questão da prova de matemática do Teste ANPAD.

Leitura por feeds, algo novo?

18 Agosto, 2008

Pensei que, finalmente, adotaria o charme da velhice, como os tiozinhos que só ouvem vinil. Mas não foi dessa vez. Pensei que chegaria e diria “prefiro visitar os blogs a assinar feeds”, mas tenho constantes recaídas tecnológicas. Não sei se é síndrome do nosso tempo, a época da tecnologia, ou se é meu faddo aquariano. Feeds, de fato, são legais, uma maneira nova de receber informações.

Nunca mais perca seus arquivos!

16 Agosto, 2008
Acidez Mental

Foto: Acidez Mental

Se você não tem costume (nem paciência) de fazer backups, gravando seus arquivos em CD’s, penso que gostará dessa notícia.

Creio ser este um problema de muitas pessoas: você guardava seus arquivos e, por qualquer motivo, seu computador (ou HD) foi para o cemitério, levando com ele meses de trabalhos, fotos antigas, raridades etc.

Como se fosse feito por encomenda, o MOZY veio para solucionar esse problemão.

Você instala um software, escolhos as pastas com arquivos importantes e ele faz tudo sozinho: sincroniza com um servidor de 2 Gb seus arquivos. Depois, você pode abrir esse arquivos de qualquer lugar do mundo, pela internet.

Melhor: é tudo gratuito.

Melhor ainda: a cada amigo indicado, você ganha mais 256 Mb.

Se você gostou, clique aqui e cadastre-se agora mesmo.

Lattes

14 Agosto, 2008

Noutras ocasiões já afirmei que o Ministério da Ciência e Tecnologia é das mais efetivas instituições públicas brasileiras. De seus projetos, a Plataforma Lattes é o melhor. Faz o controle e avaliação de toda produção científica brasileira e dos pesquisadores – sobretudo aqueles financiados pelo CNPq. Vai além, produz resultados, como a geração online de currículo acadêmico e resumè.

Quer um exemplo? Veja o meu Currículo Lattes.

Grande exemplo de governança eletrônica!

Sugestão para o Google

8 Agosto, 2008

Faz um tempo já que tento enviar uma sugestão para o Google, para arrumarem o sistema de assinatura automática do Gmail. Quando vamos responder um email, o Gmail coloca a assinatura lá em baixo, i.é., abaixo do email que recebemos, e não logo abaixo do que vamos responder. Ou será que na América se responde o email embaixo do que email recebido? Ou pior: será que eles respondem normalmente, mas deixam uma assinatura perdida lá embaixo do email recebido?

O problema é que não encontrei nenhum meio de comunicação, nem um email, um formulário. Só o grupo de discussões. Nem sequer o blog do Google possui opções de comentários. O mito da empresa flexível morreu?