Quinta Lição

Se há concordância entre Kant e os filósofos gregos quando valorizaram a morte, certamente não se repete quanto ao descaso em relação aos sentidos do corpo humano. Ao contrário, a investigação sobre o conhecimento, na Crítica da Razão Pura, inicia com a estética transcendental.

Para provar como a filosofia política não é periférica na obra de Kant, podemos lembrar a visão “crítica” em suas principais obras, ou seja, o reconhecimento de que o filósofo, como qualquer homem, está incapacitado de conhecer a verdade, e, ao mesmo tempo, o compromisso em buscar respostas, em vez de dar os ombros para qualquer pretensão da verdade. Desse modo, Kant afasta-se corajosamente tanto dos dogmáticos quanto dos céticos. Fica muito claro imaginar a filosofia moderna e a história de vida de Kant, quando despertou do “sono dogmático”, com Hume, mas não se deixou levar com este para os caminhos do ceticismo.

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