Segunda Lição

A Crítica do Juízo se propõe a responder duas questões do jovem Kant: por que os homens vivem juntos? e por que é necessário que existam? Cada uma dessas perguntas corresponde a parte da Crítica, que é divida entre o Belo e o Sublime. Existem dois liames entre um e outro: o fato de não se referir ao “homem”, como o sujeito racional, mas aos “homens”, e o fato da faculdade do juízo lidar com o particular. Enquanto a razão prática raciocina e diz o que devo ou não devo fazer, o juízo, nas palavras do próprio Kant, provém de “um prazer meramente contemplativo ou satisfação inativa”. O que isso tem a ver com a ação política?

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