Terceira Lição

Poder-se-ia pensar que, no momento tardio de sua vida, Kant trataria de reconciliar seus vislumbres políticos (que o acompanham desde a juventude) com sua doutrina moral (Crítica da Razão Prática). Mas não é assim. Duas são as provas para esse raciocínio. Primeiro, Kant compreende a presunção do mau, acha que a Constituição precisa pressupor que existam pessoas más. Verdade que o homem mau, em Kant, é aquele que abre uma exceção para si mesmo, e não o homem que realmente quer o mau. A segunda prova diz respeito à razão prática lidar com o homem individualmente. Ser moralmente bom corresponde a uma finalidade próprio do ser racional. Por fim, esta lição ensina a separar ética e filosofia política kantianas.

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