Décima Segunda Lição

Fiquei devendo as últimas duas lições.

A décima segunda é uma clara continuação. Estávamos explorando a noção de julgamento e vimos que se faz necessária a capacidade da imaginação, aquela que nos remete à objetos já não mais presentes. Ainda assim, a imaginação não é capaz de julgar. Ela requer a operação da reflexão. Mas qual o critério, afinal, da reflexão? Como escolher entre a aprovação ou a desaprovação? Como julgar?

Diz Hannah: “o critério, então, é a comunicabilidade, e a regra de sua decisão é o senso comum”. Ou seja, a comunidade daqueles que julgam precisam compreender o objeto julgado, tanto para julgar como para comunicarem entre si.

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