Obama: sonhos e métodos

A campanha de Barack Obama, desde as prévias, inovou o uso da internet. O marketing viral de seus anúncios foi responsável pela ascenção de sua imagem, arrecadação de fundos, divulgação do plano de governo e, ontem, mobilização dos americanos para votação.

Quem quer que tenha acessado o #votereport do Twitter sabe do que estou falando. Para cada 10 eleitores, 9.5 eram de Obama. A guerrilha virtual, como na campanha de Kassab, foi conduzida pela Juventude Democratas, lá chamada por Young Democrats of America.

Obama era, sim, o melhor candidato. Ele será economicamente protecionista? É provável que sim. Ele deve restringir exportações brasileiras. Mas até mesmo o mercado comemora a vitória de Obama. De fato, a atual crise na maior economia do mundo faria com que suas importações diminuíssem, qualquer que fosse o futuro presidente. Obama pode herdar parte da equipe econômica democrata do governo Clinton. A recuperação da economia lá interessa a todos.

Mas a vitória de Obama deve ser comemorada não econômica, mas sim politicamente. A promessa de um período sem guerras nem preconceitos, com avanços científicos e tecnológicos.

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