ALERTA: DEMOCRACIA EM RISCO

Depois de muitas e muitas lutas pelas conquistas democráticas, ninguém sonhava que um partido dos trabalhadores arquitetaria um mega projeto totalitário de corrupção e aparelhamento das instituições públicas. Pior do que isto foi a banalização da cultura política em seu estágio mais fundamental a partir de manipulação da juventude aos moldes terroristas, transformada em propagadora de mentiras e desvios de foco para interesses secundários. Eis o projeto do nazipetismo.

Não precisamos nem falar do desastre econômico. Um verdadeiro desmoronamento, um completo caos. BNDES, fundos de pensão, Petrobras, Eletrobras são apenas alguns exemplos de instituições saqueadas (não resta outra palavra), com desvios de recursos para o nazipetismo. Em 5 anos de governo Dilma, nossa economia se reduziu de R$ 2,675 trilhões para R$ 1,295 trilhão. Não vou me alongar, pois imagino que o leitor já tenha noção do que significa encolher pela metade a economia de uma nação em 5 anos de catastrófico governo.

Acontece que o maior problema do Brasil está longe de ser apenas a crise econômica, que de fato existe e é muito grave. O maior problema do Brasil é político: o rastro que está sobrando do nazipetismo. Este partido extremamente autoritário utilizou das mais violentas e deprimentes formas de dominação para empreender seu projeto de corrupção, longe de qualquer compromisso com a verdade ou com valores republicanos.

Diversas vezes mudaram o discurso para melhor se adequarem ao contexto da opinião pública. A paisagem ideológica durante esses 13 anos de poder passou da redução da miséria para união latinoamericana; do nacionalismo econômico para o mais recentemente projeto liberal de proteção ao sistema financeiro.

Os brasileiros estavam adormecidos, talvez anestesiados. Não reparavam a destinação para uso privado dos recursos públicos, à mostra nos portais do próprio governo federal, por exemplo o dispêndio de R$ 6.532,05 do Tesouro Nacional para contratação de transportadora de bebidas para o sítio em Atibaia do sócio do ex-Presidente Lula, que (apesar disso) considera-se o mais honesto dos brasileiros (segundo suas próprias palavras dissimuladas).

O problema é muito maior do que este caso do sítio em Atibaia. Evidentemente ele é apenas a ponta do Iceberg. Nós assistimos a mais de uma década de um absurdo descaso com qualquer noção de eficiência e de responsabilidade no trato com o sagrado dinheiro público.

Proveniente de aumento inesperado da arrecadação tributária (fruto do boom de commodities), muito dinheiro foi injetado nas Universidades Federais, principal núcleo de proteção da cultura política de ódio fomentada pelo nazipetismo.

As Universidades Federais, que antes eram instâncias autônomas em favor da democracia, passaram a se subordinar aos interesses de um governo totalitário. Visível para todos que frequentam uma Universidade Federal foi ver seus ideólogos, por mais de uma década, no papel de amplos defesores incondicionais do nazipetismo.

Dispensemos menção a instituições sem autonomia, como IPEA, CGU, Procuradoria Geral da República. Estas foram completamente aparelhadas.

O ambiente político brasileiro atualmente está completamente contaminado por violências verbais. As pautas urgentes estão completamente paralisadas. O contágio nazipetista atingiu as casas legislativas e penetrou todos os níveis federativos.

Não foi em vão que um Senador da República chegou ao ponto de esquematizar uma rota de fuga para um delator que vem denunciando parte da corrupção. Pessoas que até pouco tempo eram consideradas como grandes líderes do governo, como a ex-Senadora Ideli Salvatti, hoje estão fora do País ou alocadas em funções praticamente escondidas.

Assim como acontece com a Presidente da República, nós hoje temos os presidentes das duas altas casas legislativas abarrotados por denúncias contra as quais não conseguiram esboçar a mínima defesa. Por sua vez, os governadores estão adestrados para obedecer a lógica de recompensa federativa, recebendo recursos da União para eleger seus apadrinhados.

Não bastando os já muitos problemas, também o descontrole gerencial das políticas sociais conseguiu grande feito de provomer uma nova epimedia nunca vista na história mundial. Além de pagar muito mais impostos, agora os brasileiros precisam se proteger de mosquitos malignos que foram se multiplicando devido ao total desinvestimento em saneamento básico, num contexto vulnerável e atrasado.

Essa maneira totalitária de impor sua inculta vontade por meio de estratagemos de manipulação das massas é muito semelhante aos artefatos nazistas de controle estatal da sociedade.

Nosso ambiente democrático, que deveria estar florescendo, com a ampliação dos direitos de nossa Carta Magna, está, ao contrário, afundando – a ponto de transformar uma não planejada intervenção militar em objeto de desejo de parte da população.

Uma verdade está se formando no imaginário brasileiro, a de que sempre existe grande deslealdade e mal caratismo por trás de um petista e de seus aliados. É a pura percepção do nazipetismo.

A forma sectária de agir dos petistas, buscando isolar, excluir e bloquear seus adversários, conduziu o País para uma infeliz radicalização, que resulta a descaracterização da própria democracia, descontruídos seus pressupostos de pluralidade e de respeito ao próximo.

Violentar a cultura democrática, destruir a economia e colocar em risco a vida da população são marcas inalienáveis do nazipetismo. Deste modo, o brasileiro está hoje emigrando, pois não encontra meios para sobreviver, e muito menos enxerga perspectivas para sair da situação surreal à qual foi recentemente empurrado.

Resta um problema que ainda não foi percebido claramente pelos analistas políticos, que é a permanência de um enomre contingente de militantes convictos do nazipetismo. São pessoas zumbis. Elas foram cegadas pela ideologia da mesma forma que terroristas do Estado Islâmico. São pessoas que vão buscar infiltração nos outros partidos da democracia, e assim dar continuidade ao projeto totalitário ao qual foram treinadas.

Não vão desistir. Em nome de bandeiras progressistas aparentemente corretas, mas sobretudo manipuladas pelos seus líderes, esses jovens nazipetistas vão desviar o foco dos debates estratégicos, a exemplo do que aconteceu durante o estelionato eleitoral de 2014.

Por bem, existe um grande sentimento de unidade popular em favor do resgate democrático e do seu consequente afastamento do nazipetismo. Nós, cidadãos honrados e portadores de capacidade de interpretar com lucidez o atual retrocesso democrático, precisamos ter clareza sobre nossos próximos passos.

Precisamos mais do que nunca buscar união com gente de confiança para enfrentar uma longa batalha. Os guerreiros do Brasil não serão apenas os militares, mas também os civis democratas. Ao contrário do que dizem, as Forças Armadas não possuem atualmente um plano de intervenção. Nossa disputa precisa ser institucional. O momento requer grande vigília por parte dos cidadãos mais capazes de ajudar no processo de resgate da nação brasileira.

exercito

Uma resposta to “ALERTA: DEMOCRACIA EM RISCO”

  1. Leandro Damasio Says:

    Reblogged this on Hello World.

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