Archive for the ‘Cultura’ Category

POR UM NOVO BRASIL

3 Setembro, 2016

Diante do atual momento político de nosso País, chegou a hora de nos unirmos em prol de uma nova história para todos nós. Os sonhos de um Brasil democrático não devem ser abandonados. O povo brasileiro é batalhador.

A tristeza de ver os conflitos nas ruas, quando mais precisamos de foco para sair do atoleiro da inflação e do desemprego. Vamos avante por uma cultura de seriedade nos assuntos públicos.

Com fé na humanidade, vamos abraçar quem pode unir-se à escalada do desenvolvimento. Somente com a superação de antigos problemas vamos andar para frente com a firmeza esperada para recuperação nacional.

A dignidade da política deve ser resgatada. O momento exige a afirmação dos verdadeiros valores republicanos. ilusões, vaidades e egoísmos devem ser repelidos pela afirmação da civilidade moral.

Com o exercício da virtude atingiremos o hábito da cidadania.

afasia

21 Outubro, 2011
Beatriz Jorge
beatrizjorge Beatriz Jorge

paguemo em euro esse caralho tb
Dilma Rousseff
dilmabr Dilma Rousseff

 by vergueiro

Amigos,muito legal ser tão lembrada no twitter em 2010. Logo eu,que tive tão pouco tempo p/estar aqui c/vcs. Vamos conversar mais em 2011.
Monique Lemos
lemos_monique Monique Lemos

 by Bragajd

“Não me entrego sem lutar/ Tenho ainda coração/ Não aprendia a me render/ que caia o inimigo então” #PCdoBnaTV #SouPCdoBSouBrasil
Igor Bruno
_igorbruno Igor Bruno

 by Bragajd

Presidenta!!”@folha_poder: Dilma defende PC do B e diz não ter pressa sobre caso Orlando. folha.com.br/no993817
Mario Cesar Fonseca
MarioCesarMS Mario Cesar Fonseca

 by Bragajd

O “Piçol”, salvo raras exceções, sempre faz o jogo da direita… Investe agora contra Orlando e Manuela, do PCdoB.Oportunismo de “esquerda”.
Ismael
ismaelujs Ismael

 by Bragajd

RT @UJSBRASIL O programa do PCdoB vai ao ar hoje às 20h. Tuitaço #soupcdobsoubrasil vamos defender a história do nosso partido. Compartilhe!

2 em 1

29 Junho, 2009

Semana concorrida no noticiário, e eu aqui quietinho. Antes que o mês termine, permita-me comentar um pouco sobre os acontecimento no mundo. A começar pelo Michael Jackson, tenho que confessar uma coisa. Não, eu não sou fã dele. É quase o contrário. Eu nem imaginava que ele representava TANTO para uma geração. Talvez a morte tenha mesmo essa característica de mensurar o valor de uma vida, como de alguma forma Hannah Arendt deixa a entender, quando fala sobre a imortalidade. O ato de heroísmo e coragem maior seria perder a vida em nome da imortalidade – algo como Aquiles, que deixou a vida tranqüila, o casamento e a felicidade em nome de uma guerra que lhe trouxesse a morte e a glória imortal.

Michael Jackson significava para mim uma pessoa que trocou de cor e que dançava. Nada além disso. Mas a repercussão de sua morte revela mais. Diz-se que ele vendeu mais discos do que os Beatles. E que a Madonna. Isto impressiona. Muito. Perdido em minha ignorância, eu nem sabia que aquela música (descobri o nome, é Thriller) era de Jackson. O cara representou legal uma geração. Mas não representou a geração dos que nasceram, por exemplo, em 86. Não mesmo. Um ou outro gostava ou tornava-se fã. Outlier. Um deles é meu amigo. Veja aqui.

Mudando de assunto, os escândalos no Senado permanecerão durante alguns meses na mídia. É bacana ter mídia em cima do Congresso, não é? Fiscalizando os representantes, noticiando as decisões políticas. Realmente. Porém – e sempre tem um porém, porque sem poréns a vida seria chata – o jornalismo político continua fraquinho. Já foi pior, é verdade. Mas nossos jornalistas ainda conhecem pouco sobre as instituições. Para dar um exemplo, vejam essa pesquisa. De todas as notícias sobre educação, apenas 3% tocam no assunto “orçamento”.  Eu já vinha notando isso. A cobertura na área educacional é péssima. A maior parte das notícias que recebo do Globo e da Folha são releases enviados por instituições de governo ou universidades. Notícias como divulgação do vestibular. Só a ponta de iceberg.

Seria demais esperar dos jornalistas conhecimentos sobre o jogo federativo, as relações intergovernamentais, a coordenação da política educacional? Creio que não. Quer dizer que eu concordo com a recente desobrigação dos diplomados em jornalismo exercerem a função? Não necessariamente por isso, mas concordo. A formação do profissional é importante, mas não é critério único de avaliação. As declarações dos jornalistas em algumas redações só afirmam o que todos já imaginavam: caiu uma lei que não era cumprida. Mais ou menos na linha desse texto bem formadinho (escrito, aliás, por uma não-jornalista ainda).

Esse post ficou meio que por desencargo de consciência. Michael Jackson e Diploma de jornalistas em um só post, pra não dizer que não falei. Isto porque o Sarney se livrou desse. Não me entusiasmo em bater no Sarney, como o fazem os blogueiros mais populares. Acho que Sarney tomou a decisão errada há alguns meses, quando saiu candidato ao Senado. Ah, se nossos parlamentares soubassem usar o poder do Congresso…

Virada Cultural

30 Abril, 2009

Das 18 às 18 horas, em tudo quanto é praça da cidade, eventos culturais.

De Wander Wildner a Maria Rita; de Marcelo Camelo a Velhas Virgens; de Nação Zumbi a Reginaldo Rossi; de Roots Reggae a Zeca Baleiro.

Que projeto complexo esse da Prefeitura de São Paulo!

Melhor clicar logo aqui e conferir.

MAGMA: programação alternativa na rádio comunitária

1 Dezembro, 2008

Para quem gosta de novidade sobre música, cinema, cultura pop (clássica ou contemporânea), vale a pena conferir MAGMA, o programa que o Doc Lee estréia nesta terça-feira, às 20h na Rádio (comunitária) Urussanga.

Não precisa morar lá para sintonizar a 104,9. Para ouvir online é fácil: http://www.urussangafm.com/

Crise na tradição

1 Dezembro, 2008

A tradição é fundamental, a ponto de sem ela nada sermos. Com freqüência, no entanto, ela precisa ser posta em xeque.

Poucas crenças se apegam tão fortemente à tradição quanto às religiosas. Eis o terreno onde o senso crítico encontra pouco lugar. O objetivo de preservação das crenças, o típico objetivo religioso, é por essência conservador. A isto se associam símbolos para manutenção do status quo: rituais, cargos, alegorias maniqueístas. Nada é tão conservador quanto o maniqueísmo!

Até mesmo aqueles conhecimentos metodicamente investigados, considerados mais sólidos – os científicos – apresentam fundamentos refutáveis. Nem sempre um bom cientista gosta de provocar estes debates. Especialmente a física contemporânea assume hipóteses tão metafísicas, sobre objetos (prováveis, mas) inobserváveis, que Descares ou Bacon se entreolhariam desconfiados. A história mostra como os maiores avanços científicos surgiram em momentos de refutações teóricas. Além disso, é sempre válido destacar o impacto social da ciência, assim como Horkheimer e Adorno alertaram para a redução ontológica do iluminismo, aquele momento que os homens pensaram iluminar o mundo com a razão, mas trouxeram as trevas de uma sociedade de consumidores massificados.

Acontece exatamente o mesmo na educação para a prática. Situações inesperadas, de risco ou conflito, impulsionam a reflexão. São estes momentos importantes para o exercício da resolução de problemas. A este respeito discorreram teorias eminentes pensadores da educação, como John Dewey e Donald Schön. Não se trata de repetir a técnica acabada – aquela receita de bolo (que muitas vezes é de enorme utilidade) – mas sim de criar nova teoria a partir das experiências e contextos.

Por favor, antes de me apontarem os olhares sentenciosos, deixem-me esclarecer algo: não sou contra o caráter conservador no ensino. Concordo que existe um aspecto de “aculturação” na educação – sobretudo em relação à educação infantil. Sem dúvida, crianças nascem bárbaras e precisam sofrer um processo civilizatório de recepção dos valores, normas e conhecimentos. E esta é uma das faces alicerces da educação. Seríamos tolos se acreditássemos apenas nesta face.

Nas instituições, a tradição também ocupa a dupla personagem vilã e heroína. Quando o respaldo pesa sobre as decisões; quando o prestígio da marca exige cobrança, a tradição se mostra fator decisivo. Mas quando a tradição se reverte em conformismo e estagnação, impede encontrar os melhores meios e fins.

É sustentável afirmar que nossa época vive uma crise da tradição. Porque, como todo humano, sustentamos tradições. Porém já não sabemos quais. Quando sabemos, não conseguimos compreendê-la à luz da experiência contemporânea. Não é a realidade que deve se encaixar na teoria. E quando o contrário não ocorre…