Archive for the ‘Geral’ Category

Estímulo para a Zona Industrial de Urussanga

26 Agosto, 2016

De tempos em tempos vem à tona o assunto da Zona Industrial. Quando a indústria começou, ainda no tempo dos primeiros imigrantes italianos, sempre houve a cooperação entorno do crescimento da cidade.

SUPERAR A CRISE

Os tempos atuais mostram a destreza de um novo parque industrial no setor cerâmico e de alumínio. Sem deixar de falar do setor carbonífero e, na área plástica, destacar a grande tecnologia de automação da AMD, do nosso companheiro Décio Silva (PDT).

Falando de economia e logística, tratamos com o Gustavo Cancelier (PP), que defende o ensino superior em Urussanga, e está colocando junto comigo a sua dedicação para administrar a cidade, quando fizemos comparações sobre o ensino e emprego industrial nas cidades da região.

FORÇA PARA MUDAR

De fato, Urussanga está estagnada, a espera de um estímulo para voltar a crescer. E dessa forma, vamos pensar uma cidade para todos. Lutamos por uma Urussanga Transparente. Seremos coordenadores de uma construção coletiva.

Após o capítulo final da novela do Impeachment, voltaremos a sofrer a pressão dos ajustes tributários do governo federal, pois havia uma bolha do crescimento inflacionado – efeito do governo do PT.

MODERNIZAR A INDÚSTRIA

Mudanças que atrapalham a composição da aliança do governo Temer devem ocorrer, mas nada disso é mais importante que uma escolha consciente nas eleições de outubro. O momento leva a participação na vida da comunidade.

Que todos os amigos possam conhecer o nosso trabalho e confiar um voto de esperança pela transformação da nossa querida cidade de Urussanga, do Belvedere ao Rancho dos Bugres, de Santana até a Estação.

Buscaremos um diálogo integral da cidade. Somente assim todos vão poder participar da construção da Nova Zona Industrial, onde – sem dúvida nenhuma – será fundado o embrião de um magnífico Parque Tecnológico em nossa Benedetta.

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comparsa

17 Março, 2016
Os critérios
se adaptam
aos contextos
tal como os
parâmetros no
compaço da realidade.

UM PLANO DE REFORMA SOCIALISTA PARA O BRASIL

9 Março, 2016

Para sair da crise, o Brasil precisa de um governo de transição. O impeachment proporciona essa transição necessária, promovendo um novo arranjo com o PMDB. Verdade que o programa econômico do PMDB segue a cartilha do FMI. Isto apenas indica que não haverá paz, mas ao contrário o enfrentamento entre as diversas correntes ideológicas sobre quais os rumos da economia brasileira.

Nada garante uma saída por meio do aumento de impostos, como quer o PMDB. Nada garante que o ajuste dos preços saia das mãos dos mesmos executivos que já definem as taxas bancárias operantes no mercado nacional. A proposta do PT é esdrúxula. O PSDB não se mostra diferente do PMDB. Então restará uma construção social do pacto político.

Para reacender os fornos industriais e retomar o caminho do desenvolvimento, é necessário pensar no longo prazo e planejar as mudanças em setores estratégicos. Para livrar a educação do estrangulamento fiscal, precisamos melhorar nossa economia, priorizar rentabilidade com segurança na política econômica. É possível enxergar claramente a saída da crise econômica, mas para isto ainda resta o empecilho da crise política. Em vez de discutir sobre noticiário policial melhor seria pensar quais empregos haverão nos próximos três anos à disposição dos estudantes secundaristas, mas a agenda socialista caminha entre o sonho e a realidade.

E não adianta romantizar o Estado pensando apenas no aumento da arrecadção das agências governamentais. É hora de pensar sobre o papel do Brasil do cenário global. Já passou da hora de resolver o problema monetário. Não basta um tripé ou uma cartilha internacional. Requer um equipe de primeira linha na criação de valor para nossos produtos dentro de um pacto internacional.

A retomada do crescimento não basta sem a redução da inflação e do desemprego. A nova política econômica precisa responder como vai garantir avanços para os direitos sociais. O reequilíbrio fiscal significa não apenas o pagamento das dívidas, mas também a qualidade das escolas e dos hospitais.

No pacote de reformas do próximo governo, devemos situar o posicionamento socialista não a favor da estatização cega, mas pela adequação do papel do nosso Estado, onde hoje é possível infelizmente enxergar o abuso de poder e a intervenção desnecessária. A reforma do Estado vai se dar pela união das classes populares por uma nova cultura política a partir das próximas eleições.

ESTRANGULAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

1 Março, 2016

O mundo da educação está sofrendo mais do que o normal. O estrangulamento da rede pública de ensino básico acontece por duas vias. De um lado, um corte total de 17 bilhões em dois anos do orçamento destinado para a educação básica, motivado pela queda das arrecadações, fruto da crise fiscal na federação. De outro lado, a queda de 12% nas matrículas da rede privada, motivada pelo aumento do desemprego e da inflação, fatores que se unem ao endividamento familiar no perigoso contexto de desvalorização da moeda, falta de crédito e recessão.

São os fatores macroeconômicos que incidem diretamente sobre o desempenho da educação, cujos índices de aprendizagem mostravam qualidade estagnada e agora começam a apresentar queda de qualidade.

O Piso Nacional, porém, continua firme. A legislação nacional está clara como nunca: é preciso reajustar os salários de acordo com o Piso Nacional. Deste modo, haverá mais esta pressão sobre o sistema geral da educação: aumento de custo em razão do justo aumento de salário. O problema é novamente econômico: como aumentar os salários com menos recursos para gastar? A primeira e mais fácil alternativa é evidente: reduzir o quadro de professores. É isto infelizmente que vai acontecer, o que trará ainda mais impacto na queda da qualidade.

As soluções mais complexas envolvem riscos altos, por exemplo: retirar recursos da saúde ou assumir dívidas para investir em educação. Não parece razoável um governante deixar de investir os limites mínimos constitucionais em uma área como saúde em tempos de epidemias que alarmam toda a população. Também não parece nada razoável continuar o modelo de endividamento do Estado, pois este é justamente um dos principais fatores geradores da crise fiscal que afeta de modo tão agressivo a trajetória de evolução da educação.

O fato é que o Brasil começa a perder uma luta histórica pela melhoria da educação. O ofuscamento da questão educativa nas nas rodadas de debates sinaliza um retrocesso, justamente agora que temos dados para mensurar o desempenho da política pública educacional a partir dos exames de proficiência dos estudantes.

É assim que estamos: apesar dos avanços na agenda educacional dos anos 80; apesar das excelentes reformas nos mecanismos de avaliação do desempenho educacional dos anos 90; apesar da clareza legislativa quanto ao necesśario reajuste de salários dos professores, estamos regredindo na questão mais importante, que é efetivamente a alfabetização dos estudantes da rede pública.

Esse diagóstico estrutural mostra que chegou a vez dos professores conseguirem executar o seu dom para além dos esforços políticos. É hora da pedagogia em si. Aumentar a receita, gerando maiores oportunidades para investimentos em educação, é um dever econômico dos agentes políticos, mas isto exige um ajuste que o governo brasileiro ainda não iniciou.

Aliás, o projeto educacional do governo petista sempre foi destinar recursos para o ensino superior, quando o Brasil não oferece os pilares básicos que sustentam essa etapa do ensino. Deveríamos logicamente investir muito mais no ensino básico. Porém, os planos de investimentos no ensino infantil foram apenas maquiagens eleitorais. Caíram no primeiro sopro da crise fiscal.

As necessárias reformas gerenciais no ensino fundamental até hoje são combatidas por muitos agentes do campo educacional. Infelizmente, existe uma péssima compreensão do que seja administração pelos atores que debatem política educacional.

A necessária flexibilização do ensino médio também não avançou, a despeito do consenso que já existe no campo sobre esse tema. Definitivamente, o problema da educação não está na falta de matérias ou na falta de conteúdo curricular. Não é inserindo uma disciplina nova que vamos solucionar o problema, mas sim preparando continuamente melhores professores e fazendo-os chegar com motivação nas regiões em que mais se necessita evoluir a qualidade de ensino.

O campo educacional precisa compreender os desafios econômicos, saber direcionar muito bem as ações, assumir com cautela o direito de greve no atual contexto fiscal-educativo, compreender que as reformas precisam gerar mais autonomia para as escolas e menos concentração de poder no estamento burocrático do poder central.

a guerra

11 Setembro, 2013

Maravilhoso o Sol brilha para todos os povos. Por que então a guerra?
É pelos direitos roubados.
Querem progresso?
Não sem liberdade.
Quando vamos parar?
O sol brilha em paz.

smile

7 Janeiro, 2013

smile

Pedroso´s 16/10

13 Outubro, 2010

Daqui para o facebook do Pedroso.

Vinte mil

17 Outubro, 2009

Mais de um ano se passou desde que este blog veio a ser. Daquela época até os dias presentes nada mudou, exceto tudo. Assim dito, um aparente erro de linguagem. É um acerto, no entanto. Em algum lugar da linguagem, tudo é, por essência, nada. O uso dessas duas palavras extremas (tudo e nada) diz pouco a respeito do objeto e muito a respeito do sujeito. Indica que, sobre o assunto, não conhece ou não quer falar. Uma ambigüidade proposital, para este caso. Não conhecendo o assunto, o autor se arrisca na mesma incerteza manifesta pelo ditado popular “tudo ou nada”. Já quando a vontade do autor é se esquivar, nada melhor do que um juízo universal e genérico: tudo é, nada é.

Vinte mil acessos. O que nos quer dizer essa informação? Lendo as estatísticas do wordpress, podemos analisar não quem, mas como se acessa o blog. Cerca de 30% provém de mecanismos de busca. Pouco, aproximadamente 5% acessam clicando em links de twitter ou del.icio.us ou outros blogs. Quanto ao restante o wordpress não responde. As pessoas que por aqui vagueiam provavelmente não se conhecem, não é algo que podemos chamar de comunidade. São curiosos, errantes da cyberculture, advindos por motivos obscuros, com variação da opção política acentuada, conforme os 104 respondentes da enquete revelaram:

enquete01

Desfecho

15 Agosto, 2009

Catarina é recente amiga, colega de mestrado e da vida. Pesquisa também sobre gestão escolar e política educacional. Convidei-a para enviar alguns de seus textos aqui para o blog, com alguma periodicidade, se ela quiser. Para incentivá-la nada melhor que as palavras do eterno Jordan Secaff:

Deverias ter ido
Diria qualquer pai
A qualquer filho

Reclamar a dor antiga
Quase o mesmo dedo
Na sempre mesma ferida

Deverias ter sorrido
Ante o passado
Frente ao destino

Vontade não te leva a nada
Importa, filho, o desfecho
A vontade fica pra trás
O desfecho te persegue

No currículo escolar…

24 Janeiro, 2009

Diz a manchete do New York Times: “Split Outcome in Texas Battle on Teaching of Evolution”. Ou seja, a aquela velha batalha entre os pais religiosos, querendo o ensino da teoria criacionista, nos colégios, contra os pais liberais, relegando à criançada os pecados da teoria darwiana da evolução.

O que chamou atenção foi a decisão do conselho da escola pelo ensino das “strengths and weaknesses” de todas as teorias. Não há nada de genial, mas é uma solução equilibrada. Estimular a crítica sobre os aspectos positivos e negativos de cada teoria é uma ação que deve ser estender a outras áreas das ciências.